Da bancada, o líder do PV, vereador Valdir Matias Jr., relatou problemas ocorridos na aplicação da prova do concurso do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), realizada no último domingo, 13, em Santarém. O parlamentar creditou os problemas à empresa responsável pela organização do certame, o Instituto Nacional de Educação Cetro (INEC).
“Pessoas que se inscreveram para um determinado cargo, ao receberem a confirmação da inscrição, o nome constava em outro. Essas pessoas pagaram o boleto e o Instituto não teve a habilidade para resolver a situação. Essa situação prejudicou uma série de pessoas que sequer puderam fazer a prova. Muita gente veio de fora de Santarém, se preparou para o concurso, gastou com transporte e não teve oportunidade para fazer a prova”, destaca o parlamentar.
Em Santarém, os problemas se concentraram nas escolas Almirante Soares Dutra e Maestro Wilson Fonseca, onde, segundo o vereador, cerca de 500 pessoas deixaram de realizar a prova. Na mesma escola, o cartão resposta foi entregue apenas às 09h15. Os candidatos que pleiteavam ao cargo de analista administrativo receberam o cartão-resposta com a identificação de outro cargo. O assessor parlamentar, Vilberto Sá, que também não conseguiu fazer a prova comentou em seu blog a desorganização do concurso. “Na escola Wilson Fonseca no bairro da Nova República em Santarém foi visível a falta de competência dos responsáveis pela coordenação local. Os candidatos se retiraram do local indignados pois até as dez horas da manhã ninguém sabia o que seria resolvido”.
Valdir Matias Jr. lamentou os problemas ocorridos e espera que o Ministério Público do Estado possa intervir, pedindo o cancelamento da prova. “Nós lamentamos o ocorrido e esperamos que as providências sejam tomadas e que o INCRA possa apontar outra empresa para aplicar as provas”, diz o parlamentar.
Ascom Valdir Matias Jr. (PV)





seria dosado, e acredito que o MPU faça o cancelamento apenas nos locais que ocorreram tais problemas, pois não é justo prejudicar a grande maioria, em locais onde tais problemas não se deram, em detrimento de uma minoria, se ocorreu tais fatos em Santarém, como tais candidatos concorrem em tal cidade e para atuarem na tal, qual a coerencia de se concelar em Rio Branco, onde não vi tais reclamações?
Bastou uma prova furtada, do ENEM, para que o MEC supendesse o exame, como admitir um erro tão grave, como o que aconteceu em Marabá, na escola Geraldo veloso, onde pessoas serias que estudou e dedicou seu tempo para esse concurso com tão claras eveidencia de fraudes, despreparo por parte do Instituto, que isso envelopes violados!
E no caso de Salvador, como é que fica? Não havia vagas para engenheiro agrônomo, florestal e civil, tendo eles que prestarem para outras SR, ficariam eles prejudicados? Se há de fazer cancelamento, terá de se efetuar no Brasil inteiro, se somente regionalizar a solução não haverá uma equidade na dificuldade das provas, não se saberá se um grupo foi beneficiado ou não, não seremos nós teremos que ficar na dúvida por erro da organização da prova.
O mais correto seria a aplicação da prova por outra instituição com larga experiência em exames seletivos, como o da USP, VUNESP o Federal do Rio.
Caro colega o concurso é federal, se for cancelado em uma determinada região, terá que ocorrer nacionalmente, pois desta forma os que fizeram também seram injustiçados.
O PROBLEMA É DE ORDEM NACIONAL, POIS OS CANDIDATOS PODERIAM FAZER A PROVA PARA QUALQUER LUGAR DO BRASIL. NO PARÁ, POR EXEMPLO, É BEM POSSÍVEL QUE MUITOS CANDIDATOS ESTIVESSEM FAZENDO PARA O ACRE E ASSIM SUCESSIVAMENTE. O CONCURSO É DE ÂMBITO NACIONAL. NÃO SE PODE ANULAR POR REGIÃO, SERIA IRRACIONAL.
eu fui muito bem na prova, mas se teve algo errado, deve cancelar a prova em todo territorio e não somente em um só local, pois ira infringir a constituicão do país, IGUALDADE PARA TODOS, isso é bem especifico na constituicão, se nao uns serao beneficiados e outros não.
Não vejo porque cancelar o concurso. As pessoas não poderiam ter deixado as salas, sob desculpas aludidas. O correto era se fazer uma Ata apontando as deficiências e os fatos ocorridos. Esse tipo de problema acontece em vários certames, já pensou se todos se recusam a fazer as provas por isso ou aquilo, sem de fato fazer o registro e esperando uma solução por parte da empresa responsável.
É um absurdo cancelar o concurso nacionalmente!Apesar de o certame ser nacional, as vagas eram por estado e o correto e justo as partes é que o juizado que vai julgar o caso analise as falhas e só cancele dos cargos e localidades afetados, afinal são milhares que fizeram suas provas honestamente e foram aprovados e não deve pagar o pato de uma decisão injusta. o prejuizo para os candidatos aprovados seriua muito maior, não pelo trabalho realizar nova prova, reafirmando a competencia ja demonstrada, mas principalmente pelos os interioranos, que gastam tempo e muito dinheiro nas viagens e passagens a capital para participarem do certame…
Não fizeram as provas, aqueles exaltados que tiveram sensibilidade para administrar situações difíceis.
Em concurso, quem passou assume, quem não passou por qualquer motivo, espera o proximo.