Matias Jr. repercutiu, na Camara Municipal, reportagem veiculada na revista Veja, do dia 05 de maio, intitulada: A farra da antropologia oportunista, que demonstra que a falta de critérios para a delimitação de reservas indígenas e quilombos podem prejudicar o desenvolvimento do país. A reportagem mostra como antropólogos, ativistas, políticos e religiosos se associaram a entes públicos para montar verdadeiras “indústrias da demarcação”.

   A reportagem faz referência sobre o caso dos índios Boraris, de Alter-do-Chão, que desapareceram no século XVIII e que “ressurgiram” com cerca de 47 famílias caboclas, persuadidas por um religioso a proclamar a descendência. O parlamentar acredita que estas populações estejam passando a se autodenominar para usufruir de benefícios governamentais.

   “Você tem pessoas que não têm descendência quilombola, não têm descendência indígena e que estão se autocaracterizando para receber alguns benefícios de programas do governo federal. A gente precisa ter cuidado, porque hoje há uma demarcação de terras muito grande. O grande exemplo é o estado de Roraima, onde a demarcação de terras acabou com a produção agrícola do estado. Precisamos ter critérios, para que tenhamos uma Amazônia com uma população educada, desenvolvida tecnologicamente, preservando o meio ambiente. Assim vamos garantir a produção e a geração de emprego e renda, de forma ordenada e sustentável”, pondera o líder do PV.

 

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